CLARYT PARA INDÚSTRIAS

Mais perto
de quem compra.

Uma base de comércio para aproximar fabricantes de consumidores, empresas e revendedores.

Cada canal tem regras próprias. A base Commerce já opera preço por grupo de clientes, venda a prazo e compra por empresas. A jornada de cada canal se desenha com a indústria.

Base em operaçãoJornada e regras
desenhadas por projeto.
PONTO DE PARTIDA

Sua indústria.

01
Consumidor finalD2C · venda direta
02
EmpresasB2B · compra para uso próprio
03
RevendedoresB2B · compra para revenda

Três relações comerciais.
Regras próprias para cada comprador.

CANAIS DIFERENTES, JORNADAS DIFERENTES

A compra começa
por quem está do outro lado.

Vender para uma pessoa, uma empresa ou uma loja muda o acesso, as condições e a relação comercial.

01 / D2C

Consumidor final

Venda direta com a marca, na loja da própria indústria: catálogo, oferta, pagamento e entrega.

  • Loja com domínio e tema próprios
  • Pix, boleto e cartão parcelado
  • Atendimento no WhatsApp, Instagram e Messenger
02 / B2B CORPORATIVO

Empresas

Compra por empresas que vão utilizar os produtos. A loja aceita compra com CNPJ e inscrição estadual, e o preço segue o grupo do cliente.

  • Compra com CNPJ e inscrição estadual
  • Preço por grupo de clientes
  • Venda a prazo para cliente autorizado
03 / B2B REVENDA

Revendedores

Lojistas que compram para revender. Condições por perfil, pedido mínimo e preço por caixa já operam na base; a aprovação de cada lojista (homologação) entra no projeto.

  • Condições por perfil
  • Pedido mínimo e preço por caixa
  • Homologação e política de canais por projeto

Preço por grupo, venda a prazo, compra com CNPJ, pedido mínimo e preço por caixa já operam na base. A aprovação de lojistas e a política de canais se desenham em cada projeto.

A BASE EM OPERAÇÃO

O que a indústria
encontra pronto.

Catálogo, regras de marca, feeds de anúncios e nota fiscal já operam na base Commerce. O projeto da indústria parte deles.

01 / CATÁLOGO MESTRE

A ficha da marca chega pronta.

O catálogo mestre, mantido pela Claryt, leva às lojas a ficha, as medidas, as fotos, o manual, o perfil fiscal e o preço mínimo da marca. A loja decide preço e publicação.

02 / REGRAS DA MARCA

A política da marca vai junto.

As regras da marca acompanham o produto em cada loja.

  • Preço mínimo da marca respeitado
  • “Consulte no WhatsApp” quando a marca não permite venda online
  • Produto fora dos anúncios
  • Pré-venda
03 / FEEDS E REVENDA

O catálogo chega aos canais.

O catálogo vira feed, a lista de produtos que alimenta os anúncios, para o Google Merchant Center e o catálogo da Meta, com um item por variação e por caixa. Há também feed para programas de revenda. Produto sem preço ou proibido sai sozinho.

04 / NOTA FISCAL

Faturamento com as regras do setor.

Os impostos do setor (ICMS, ST, DIFAL, IPI e os demais) saem calculados pelas regras da empresa que fatura, com as tabelas fiscais atualizadas sozinhas. Cada empresa escolhe como emite a nota: direto na SEFAZ com o próprio certificado, via Focus NFe, via Bling ou pelo ERP que já usa.

INTENÇÃO

O cuidado merece
ser percebido.

Materiais, acabamento e intenção dão valor ao que sua indústria produz. Pensar novos canais é também pensar como esse cuidado chega a quem escolhe, utiliza ou revende seus produtos.

Uma mulher observa uma peça de metal que segura acima de uma mesa.

OPERAÇÃO POR IA · MCP

Tudo que se faz no console
se faz pelo assistente.

MCP é o padrão aberto que liga assistentes de IA, como Claude e ChatGPT, aos sistemas da empresa. Por ele, o assistente opera catálogo, preços, estoque, pedidos, pagamentos e notas, com as permissões de quem conectou.

01 / MEMÓRIAS

Cada item guarda o que se aprendeu.

Produto, tabela de preço, transportadora e pedido guardam o passo a passo das tarefas, as decisões, as regras e as pendências. O próximo agente de IA lê antes de alterar.

02 / ATIVIDADES

O pedido da equipe vira trabalho feito.

A equipe manda texto e arquivos, como uma planilha de preços. Um agente executa, registra o que fez e atualiza as memórias.

03 / PERGUNTAS

A decisão é de uma pessoa.

Quando falta uma decisão, o agente pergunta com 2 a 4 opções e uma pessoa responde no console. A resposta fica registrada para os próximos.

ATIVIDADENova tabela de preços
  1. PEDIDO

    Atualizar os preços com a planilha nova. tabela-de-precos.xlsx

  2. AGENTE

    Pegou a atividade e leu as memórias da tabela antes de alterar.

  3. PERGUNTA

    Item que saiu da planilha: desativar ou manter à venda?

    Desativar Manter à venda

    Resposta de uma pessoa, no console: desativar.

  4. REGISTRO

    Preços atualizados. Resumo gravado na atividade e decisão salva na memória da tabela.

    Concluída

COMO COMEÇAR A CONVERSA

Primeiro, o cenário.
Depois, a solução.

O objetivo inicial é definir um projeto viável, coerente com o catálogo, os canais e as regras da indústria.

01 / MAPEAR

Quem compra e por onde.

Consumidores, empresas, revendedores, regiões atendidas e convivência com os canais atuais.

02 / DEFINIR

Quais regras sustentam a venda.

Cadastro, aprovação, preços, pagamento, estoque, faturamento, logística e integrações.

03 / VALIDAR

O que entra no primeiro projeto.

Escolher uma jornada, separar o que a base já cobre do que se desenha e combinar o escopo antes da implantação.

A BASE TECNOLÓGICA

O ponto de partida
é o Commerce.

Catálogo, preço, pedido, pagamento e nota fiscal na mesma base que opera as lojas. Cada canal novo parte dela.

Conheça a plataforma

VISÃO

Uma direção para
o próximo capítulo.

Novos caminhos comerciais começam por uma escolha: quais relações sua indústria quer desenvolver. Podemos desenhar esse caminho juntos, respeitando a história da marca e o papel de cada canal.

Um homem observa o horizonte a partir de um espaço arquitetônico amplo.

ANTES DE COMEÇAR

As perguntas
que importam.

Os canais e as regras da indústria orientam o escopo do projeto.

A solução para indústrias já está disponível?

A base Commerce está em operação: catálogo mestre, preço por grupo de clientes, venda a prazo, compra com CNPJ, nota fiscal e feeds de anúncios. O projeto define a jornada de cada canal e as regras que ainda se desenham, como a homologação de lojistas.

B2B corporativo e revenda são a mesma coisa?

Não. Uma empresa pode comprar para usar o produto ou para revendê-lo. Cadastro, elegibilidade, preços, tributação e política comercial precisam refletir essa diferença. Na base, cada grupo de clientes tem o próprio preço.

O projeto pode conviver com a rede de lojistas?

Essa é uma decisão a desenhar com a indústria: política de canais, regiões, catálogo e condições comerciais entram no projeto. A base já separa lojas por canal, preço por região e por grupo de clientes, e respeita o preço mínimo da marca.

A Claryt também pode participar da operação?

O papel da equipe Claryt é definido por projeto. No Signature, a equipe opera as lojas e mantém o catálogo mestre, junto com os agentes de IA. Para indústrias, escopo de serviço, responsabilidades e remuneração não são automaticamente os mesmos do Signature para lojistas.

O PRÓXIMO PASSO

Qual canal sua indústria
quer desenvolver?

Vamos entender seus compradores, sua rede comercial e o próximo passo que faz sentido para a marca.

CATÁLOGO. VENDA. OPERAÇÃO. CLARYT.

VAMOS CONVERSAR

O seu próximo passo
começa por aqui.