Consumidor final
Venda direta com a marca, na loja da própria indústria: catálogo, oferta, pagamento e entrega.
- Loja com domínio e tema próprios
- Pix, boleto e cartão parcelado
- Atendimento no WhatsApp, Instagram e Messenger
CLARYT PARA INDÚSTRIAS
Uma base de comércio para aproximar fabricantes de consumidores, empresas e revendedores.
Cada canal tem regras próprias. A base Commerce já opera preço por grupo de clientes, venda a prazo e compra por empresas. A jornada de cada canal se desenha com a indústria.
Três relações comerciais.
Regras próprias para cada comprador.
CANAIS DIFERENTES, JORNADAS DIFERENTES
Vender para uma pessoa, uma empresa ou uma loja muda o acesso, as condições e a relação comercial.
Venda direta com a marca, na loja da própria indústria: catálogo, oferta, pagamento e entrega.
Compra por empresas que vão utilizar os produtos. A loja aceita compra com CNPJ e inscrição estadual, e o preço segue o grupo do cliente.
Lojistas que compram para revender. Condições por perfil, pedido mínimo e preço por caixa já operam na base; a aprovação de cada lojista (homologação) entra no projeto.
Preço por grupo, venda a prazo, compra com CNPJ, pedido mínimo e preço por caixa já operam na base. A aprovação de lojistas e a política de canais se desenham em cada projeto.
A BASE EM OPERAÇÃO
Catálogo, regras de marca, feeds de anúncios e nota fiscal já operam na base Commerce. O projeto da indústria parte deles.
O catálogo mestre, mantido pela Claryt, leva às lojas a ficha, as medidas, as fotos, o manual, o perfil fiscal e o preço mínimo da marca. A loja decide preço e publicação.
As regras da marca acompanham o produto em cada loja.
O catálogo vira feed, a lista de produtos que alimenta os anúncios, para o Google Merchant Center e o catálogo da Meta, com um item por variação e por caixa. Há também feed para programas de revenda. Produto sem preço ou proibido sai sozinho.
Os impostos do setor (ICMS, ST, DIFAL, IPI e os demais) saem calculados pelas regras da empresa que fatura, com as tabelas fiscais atualizadas sozinhas. Cada empresa escolhe como emite a nota: direto na SEFAZ com o próprio certificado, via Focus NFe, via Bling ou pelo ERP que já usa.
INTENÇÃO
Materiais, acabamento e intenção dão valor ao que sua indústria produz. Pensar novos canais é também pensar como esse cuidado chega a quem escolhe, utiliza ou revende seus produtos.

OPERAÇÃO POR IA · MCP
MCP é o padrão aberto que liga assistentes de IA, como Claude e ChatGPT, aos sistemas da empresa. Por ele, o assistente opera catálogo, preços, estoque, pedidos, pagamentos e notas, com as permissões de quem conectou.
Produto, tabela de preço, transportadora e pedido guardam o passo a passo das tarefas, as decisões, as regras e as pendências. O próximo agente de IA lê antes de alterar.
A equipe manda texto e arquivos, como uma planilha de preços. Um agente executa, registra o que fez e atualiza as memórias.
Quando falta uma decisão, o agente pergunta com 2 a 4 opções e uma pessoa responde no console. A resposta fica registrada para os próximos.
Atualizar os preços com a planilha nova. tabela-de-precos.xlsx
Pegou a atividade e leu as memórias da tabela antes de alterar.
Item que saiu da planilha: desativar ou manter à venda?
Resposta de uma pessoa, no console: desativar.
Preços atualizados. Resumo gravado na atividade e decisão salva na memória da tabela.
COMO COMEÇAR A CONVERSA
O objetivo inicial é definir um projeto viável, coerente com o catálogo, os canais e as regras da indústria.
Consumidores, empresas, revendedores, regiões atendidas e convivência com os canais atuais.
Cadastro, aprovação, preços, pagamento, estoque, faturamento, logística e integrações.
Escolher uma jornada, separar o que a base já cobre do que se desenha e combinar o escopo antes da implantação.
A BASE TECNOLÓGICA
Catálogo, preço, pedido, pagamento e nota fiscal na mesma base que opera as lojas. Cada canal novo parte dela.
VISÃO
Novos caminhos comerciais começam por uma escolha: quais relações sua indústria quer desenvolver. Podemos desenhar esse caminho juntos, respeitando a história da marca e o papel de cada canal.

ANTES DE COMEÇAR
Os canais e as regras da indústria orientam o escopo do projeto.
A base Commerce está em operação: catálogo mestre, preço por grupo de clientes, venda a prazo, compra com CNPJ, nota fiscal e feeds de anúncios. O projeto define a jornada de cada canal e as regras que ainda se desenham, como a homologação de lojistas.
Não. Uma empresa pode comprar para usar o produto ou para revendê-lo. Cadastro, elegibilidade, preços, tributação e política comercial precisam refletir essa diferença. Na base, cada grupo de clientes tem o próprio preço.
Essa é uma decisão a desenhar com a indústria: política de canais, regiões, catálogo e condições comerciais entram no projeto. A base já separa lojas por canal, preço por região e por grupo de clientes, e respeita o preço mínimo da marca.
O papel da equipe Claryt é definido por projeto. No Signature, a equipe opera as lojas e mantém o catálogo mestre, junto com os agentes de IA. Para indústrias, escopo de serviço, responsabilidades e remuneração não são automaticamente os mesmos do Signature para lojistas.
O PRÓXIMO PASSO
Vamos entender seus compradores, sua rede comercial e o próximo passo que faz sentido para a marca.